quinta-feira, 14 de outubro de 2010

A História de um Guerreiro de 12 anos - O começo de Tudo

Desde que decidi publicar a história de Vítor, achei que deveria sempre colocar seu texto em primeiro para em seguida os depoimentos de seus pais. Mas hoje peço licença ao nosso guerreiro para postar primeiramente o depoimento de sua mãe, Viviani que nos enviou um texto emocionante.

Antes de ver pela ótica do Vítor o início dos males que o levou ao fim de seu corpo físico, vale a pena ler pelas palavras de sua mãe o verdadeiro início, quando ela soube da gravidez e mais outros detalhes.


"Essa quem lhe escreve é a mãe do pequeno grande guerreiro Vitor.


Hoje acordei com o pensamento cheio de lembranças de meu querido, amado e inesquecível filho. Mas antes de falar mais sobre ele, achei que deveria contar-lhes um pouco de mim e de como o Vitor chegou em nossas vidas, isto é, de seu nascimento, pois este mês é o mês do aniversário deste grande guerreiro que, se estivesse aqui, estaria completando seus quinze anos de vida. Por isso achei que deveria falar sobre sua vinda para este mundo.


Na época eu tinha vinte e três anos e o Carlos trinta e três, nós namorávamos há apenas dois anos, mas estávamos muito apaixonados, sempre falávamos em ter filhos e o desejo do Carlos era ser pai. Apesar do Vitor não ter sido planejado, foi um filho que nós dois queríamos muito ter e o amamos desde o exato momento que descobrimos que eu estava grávida em 17 de março de 1995. Sem contar que, no dia 03 de março, eu já havia feito um exame e tinha dado negativo e então ficamos muito triste e, depois de 14 dias que repeti o exame, pois o Carlos me pediu que fizesse um exame de sangue, só então foi confirmada a gravidez para nossa alegria.  Neste mesmo ano, no dia 03 de junho de 95, nos casamos e o Vitor já estava com a gente, tive uma gravidez tranqüila e preparamos tudo com muito amor e carinho para sua chegada, morávamos numa casa de aluguel que só tinha um quarto e então o bercinho do Vitor era do lado de nossa cama e ele dormia pertinho de mim. Ah! Que saudade!


Bem, então como era meu primeiro filho, decidi que iria esperar para ver se o Vitor nasceria de parto normal. Chegando o mês de outubro já estava tudo pronto para a chegada do Vitor. Um mês muito bonito particularmente para mim, pois é o mês de Nossa Senhora Aparecida, o qual  eu e meu esposo somos devotos e, coincidência ou não, o Vitor sempre gostou muito de Nossa Senhora e, sempre estava colocando suas fitinhas no braço e fazia seus pedidos, principalmente no período de sua doença, é também o mês do dia das crianças e  o aniversário de nossa cidade chamada Cerqueira César-SP.


Na verdade, o Vitor estava previsto para nascer no mês de novembro, pelas contas do meu médico, mas o Vitor adiantou quinze dias. Me lembro que comecei sentir-me mal uns quatro dias antes dele nascer, fui para o Hospital de Avaré-SP e até me prepararam para fazer o parto, mas ainda não era a hora e o médico me mandou de volta para casa e disse que era para eu prestar atenção aos movimentos do meu bebê, ou seja, do Vitor. Eu e o Carlos ficamos muito preocupados e, então, eu colocava um palhacinho que tocava musiquinha em cima da minha barriga para que o Vitor ouvisse e assim ele mexia e nós nos acalmávamos.




No dia 24 de outubro, passei por consulta médica e, então, foi colhido o líquido da placenta o que indicou que estava na hora do Vitor nascer. Fui internada para ganhar o Vitor de parto normal, mas eu não estava tendo dilatação e, o Vitor e eu começamos a sofrer, então a cesariana teve que ser de emergência e foi assim que o Vitor nasceu no dia 25 de outubro de 1995, às 03h15min, pesando 2.950 gramas e com 46 centímetros. Nem pude ver ele direito pois ele teve que ir rápido para o bercinho aquecido. Quase o perdi no dia que ele nasceu, mas sua missão ainda era um pouco maior e eu tive a benção de ter meu filho comigo por 12 anos e 11 meses. E é por isso que hoje vocês estão tendo a oportunidade de ler sobre meu filho Vitor, porque ele nasceu, viveu, foi muito amado, feliz, muito amou  e muitas alegrias no deu, mas infelizmente sofreu com sua doença, a qual o levou tão cedo de nós, mas ele muito nos ensinou e uma grande lição de vida a todos deixou.


Um detalhe muito especial foi que quando soubemos pela ultrassonografia de que iríamos ter um menininho foi que o Carlos, mesmo antes do Vitor nascer, comprou para ele a camiseta oficial do Palmeiras. A camisetinha do Verdão ficava dentro do bercinho do Vitor a espera do pequeno Palmeirense. Vitor tem muitas fotos com este camiseta que foi a primeira camiseta que ele vestiu. Sua irmã Vivian também já usou a mesma camiseta e, até a Clarinha que nasceu em 19 de janeiro deste ano, pode também vestir a mesma camiseta que seu  irmão Vitor ganhou de seu pai, há quinze anos atrás. 




Vou enviar fotos dele e de suas irmãs, com a mesma camiseta, assim que possível.


Como pode ver, Vitor já nasceu Palmeirense e suas irmãs também.


Com todo o meu amor e carinho de mãe, escrevi estas palavras com o coração cheio de afeto e saudades, de um tempo que nos foi tão especial e que, nem mesmo a distância e a morte do corpo físico de meu filho, (porque acredito que o espírito dele está vivo, esteja onde estiver, estará sempre ao meu lado para me dar forças a continuar a minha missão de mãe), poderá apagar ou fazer-nos esquecer do imenso amor que sentimos um pelo outro.


Foi com o Vitor que me tornei mãe pela 1ª vez e, foi com ele que aprendi a ser mãe e, tenho certeza que fiz o melhor que pude, sempre procurei passar bons princípios e valores para ele, ensinando a respeitar desde pequeno os animais, os mais velhos, etc... tendo sempre respeito pela vida. Éramos felizes com coisas simples, como brincar em um parquinho, ir a prainha, tomar café e almoçar na casa da vó Maria e brincar com seus primos no quintal da casa de sua avó e vô Zé e, também de ir de pescar com seu pai e avô Zé.
                       
Também, sempre rezávamos  juntos antes de dormir, uma oração para o anjo da guarda dele.


Sou Viviani, filha, esposa, mãe amorosa e dedicada e é claro Palmeirense!


Obs: outro dia escreverei mais.


Cerqueira César-SP, 14 de outubro de 2010."

Emocionante, para dizer o mínimo, mas agora vamos para a continuação do texto de nosso guerreiro.

"O Começo de Tudo

No dia 25/04/07 eu fui para Escola, até o recreio estava tudo normal, chegou as duas últimas aulas de história, a aula que eu mais gosto, com minha professora Neiva, eu já comecei sentir algo de estranho nas minhas pernas, eu pensei que fosse cansaço.

E voltando para minha casa, eu fui brincando que eu era um bêbado, porque eu ia tropeçando em qualquer coisa. Então decidi passar na casa da minha avó e de meu avô, minha avó pegou um aparelho de fazer massagem e passou nas minhas costas pra ver se melhorava a dor, depois disso aproveitei que meu primo Renatinho estava na minha vovó e joguei bola com ele, mesmo estando com as pernas bêbadas consegui jogar, até ganhei, mas levei uns “frangos”.

Depois paramos de jogar bola e fomos jogar um jogo de tabuleiro, depois minha mãe me levou para o hospital, para o doutor me ver e tentar descobrir o que seria a dor. O nome dele era Doutor Carlos, ele falou que era dor muscular, além disso, lá eu vi um homem que se engasgou com um osso de porco e, precisava fazer uma cirurgia para tirar, me deu calafrios de ver aquilo, depois fui embora.

Dormi, acordei no outro dia com as pernas muito bambas, quase caindo e cansando muito para andar. Minha mãe ligou para tia Léia e combinaram de me levar para o hospital de Avaré para os médicos me verem. No hospital, titia Léia teve que me levar no colo até lá no hospital, o médico deu umas marteladas no meu joelho, para ver o meu reflexo. Ele me encaminhou para uma Clínica que não deu muito certo, estava cheia.

Daí me levaram para uma outra Clínica particular, o doutor me viu andando e, de cara falou que tinha algo comprimindo a minha medula e, poderia ser uma hérnia de disco. Minha mãe ficou muitíssima preocupada comigo, já ligou para tia Vânia, para sua mãe e para todo mundo dando a notícia, daí o doutor já pediu uma ressonância magnética de situação de emergência para o outro dia; então eu faria a ressonância magnética.

Voltei para casa e tomei um banho, comecei a receber visitas de tios e avós; depois comi uma comida muito boa que minha mãe preparou para mim. Fui dormir, acordei a noite com dor nas costas, não podíamos fazer nada para melhorar, só no outro dia eles me levariam  para Botucatu, fazer a ressonância magnética para ver o que ia dar; foi difícil dormir, mas consegui. No outro dia, acordei sem conseguir andar direito; mamãe e papai ficaram desesperados comigo, então, fomos eu, tio Zezito, papai e mamãe para Botucatu, bem cedinho, para ser consultado pelos médicos de lá.

Cerqueira César - SP, 01/05/2008.
Vitor Lovison do Amaral {12 anos}"




Meus amigos, se quiserem, podem enviar um e-mail pessoal aos pais do Vitor, Viviani e Carlos, pois eles ficarăo muito felizes.

 carlosalbertodoamaral@hotmail.com

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

A História de um Guerreiro de 12 anos - Capítulo I

Após fazer a introdução sobre a história de Vítor, hoje segue o primeiro capítulo, que apesar de curto, mostra o quanto Vítor era um menino alegre e ativo, comenta sobre suas brincadeiras favoritas com seus primos.



"Minha Infância


As Minhas Três Melhores Brincadeiras


I. Eu costumava brincar com meus primos Rodrigo e Renatinho de experiência, nós três fingíamos ser cientistas e de criarmos fórmulas secretas para matar as formigas, os matos e algumas pragas que davam nas verduras da horta do quintal do meu avô.


Nós colocávamos folhas de rosa, folhas de pé de morango, folhas podres de alface, areia, detergente, de vez em quando nós conseguíamos um pouco de álcool, (só um pouquinho), folhas de jornal etc. Então nós colocávamos dentro de uma garrafa de refrigerante de 2 litros, mexíamos e fechávamos bem a garrafa e, depois, nós subíamos em cima do pé de manga, amarrávamos a garrafa e a deixávamos lá.


Meus primos iam embora para a cidade deles que é Sorocaba, daí eles demoravam mais ou menos um mês pra vir de novo para Cerqueira César, nós só íamos abrir a garrafa depois que eles viessem pra cá. A garrafa ficaria um mês pendurada para fazer efeito mais forte e, quando eles voltaram para a casa da minha vovó, nos três subíamos juntos na árvore de manga e, então, abríamos a garrafa que estava com um líquido preto, ficou assim com o tempo. Então, nos três juntos íamos procurar formigas e, quando achávamos, jogávamos o líquido preto em cima delas para ver se a experiência deu certo.  Assim era a brincadeira que nos brincávamos e ainda brincamos.


II. Eu e meus dois primos, Rodrigo e Renatinho, brincávamos e ainda brincamos de corrida de tatu bola na casa da minha avó e avô. Nós procurávamos tatu bolinha no quintal. Cada um escolhia um tatu bolinha. Nós os pegávamos debaixo de pedras, dos vasos de flores da minha vovó. Cada um com seu tatu bolinha e, dávamos um nome para eles. O vencedor da corrida ganhava uma bala, já os perdedores, entregavam o seu tatu bolinha para as galinhas comerem.  Os perdedores iam pegar outro tatu bolinha, enquanto o vencedor chupava a sua bala.


III. Nós três (eu, Rodrigo e Renatinho) brincávamos de bola. Nós fizemos um campeonato, com uma tabela. Cada um encarava o outro. No final, quem acumulava mais pontos vencia e, o vencedor, ganhava doces da minha avó Maria."

Cerqueira César - SP, 29/04/2008.

Para finalizar este primeiro capítulo, algumas palavras da mãe do Vítor.




"Vitor,
Os dias voam
Os pensamentos passam
Tal como as nuvens
Mas tu filho, ficas
Ficas sempre
Dentro de mim,
Do meu coração,
Da Minha alma.
Tal como o sol
E a lua
Que ficam sempre
No céu."





Meus amigos, se quiserem, podem enviar um e-mail pessoal aos pais do Vitor, Viviani e Carlos, pois eles ficarăo muito felizes. 

 carlosalbertodoamaral@hotmail.com





segunda-feira, 11 de outubro de 2010

A História de um Guerreiro de 12 anos - Introdução

A vida costuma nos pregar peças à todo instante. Muitas agradáveis e outras nem tanto, mas o mais importante aproveitá-las e tirar as lições.

Navegando pela internet na semana passada, deparei-me com a história de Vitor Lovison do Amaral, que escreveu os últimos capítulos de sua vida. O que teria tudo para ser triste e trágico, mostrou-se como algo maravilhoso, pois o garoto mesmo perdendo pouco a pouco suas energias, sempre demonstrou amor à vida e a família, além da paixão pela Sociedade Esportiva Palmeiras.

Vou postar a cada dia um capítulo escrito por Vitor, iniciando a partir de amanhã. Pedi ao seu pai, Sr. Carlos Alberto do Amaral, alguns comentários. Para os que acompanharem este texto e os seguintes, peço que procurem sentir toda a vivacidade do garoto e perceberem o quanto o Palmeiras fazia parte de sua vida.

Primeiros depoimentos de seus pais:

"Olá Marcelo!

Gostamos da idéia de colocar a cada dia um capítulo da historinha do Vitor!


Não é fácil voltar naquele dia e relembrar os momentos difíceis que passamos, pois nosso filho até então sempre teve muita saúde, nunca havia ficado internado antes, raramente ficava resfriado, era um menino esperto, muito bonito,  alegre e inteligente. Jogava bola, jogava bocha na casa de seu avó, ia para a escola, era independente.Nós éramos uma família feliz com nosso casal de filhos (Vitor e Vivian) e sabíamos disso e, de repente, sentimos como se o chão tivesse saído de nossos pés. Como foi tudo tão rápido, tivemos que ser fortes  para socorrer nosso filho no que era preciso, mesmo estando com o coração sangrando, precisávamos passar tranquilidade e confiança que tudo ia ficar bem. Tivemos o apóio de nossa família  em todos os momentos difíceis. Na verdade, nós no começo achávamos que era uma dor do crescimento ou até mesmo que ele havia se machucado jogando bola com os primos no final de semana que estavámos todo reunidos na casa de minha cunhada Vânia, irmã da Viviani, por ocasião do aniversário de nossa sobrinha Ana Amélia e ele havia jogado bola com os primos. As vezes podia ter se machucado e não nos ter falado nada a respeito. Eu não imaginava que fosse algo grave mas quem percebeu mesmo foi minha sogra (a avó Maria) que falou para minha esposa levar o Vitor no pronto socorro e que não esperasse até sexta feira que era o dia que iríamos levá-lo no ortopedista em Piraju-SP.


No dia que foi feito a ressonância em Bauru-SP e foi diagnosticado que era mesmo um tumor, choramos muito, mas longe do Vitor que estava com sua tia Léia na ambulância que já retornava para Botucatu-SP. Eu e minha esposa estávamos no carro com nosso cunhado Fábio, esposo da Léia e nós três voltamos chorando para o hospital da UNESP de Botucatu-SP sem saber que o pior estava ainda por vir e, graças a Deus a tia Léia de nervoso ria e conseguiu distrair o Vitor que voltava de ambulância com ela. Não é fácil para nós revivermos um capítulo tão doloroso em nossas vidas, como foi toda a trajetória da doença do Vitor, espero que nos compreenda. 


Para você ter uma idéia, o Vitor após fazer a ressonância quis comer salgadinho o tomar guaraná, não tendo noção da gravidade de sua doença até então. Nosso sentimento então, do começo ao fim, foi de saber que infelizmente os pais não podem sofrer no lugar de seus filhos e nem dar a vida por eles mesmo querendo. Nos sentimos impotentes diante daquela doença que mesmo se tivessemos todo o dinheiro do mundo, não adiantaria para salvar nosso filho, pois ainda não existe cura para este tipo de tumor o qual o Vitor teve."


Agora uma breve introdução de seus pais para amanhã iniciar o texto do grande Vitor, A História de um Guerreiro de 12 anos.



"Vitor, um menino de apenas 12 anos, que escreveu sua própria história, onde traçou toda a trajetória da sua doença, e que nunca desistiu da vida. Este jovem guerreiro gostava de escrever, de jogar vídeo-game, de informática, e de pescar, além de ser um palmeirense roxo... Já na escola, sempre gostou das letras, e quando começou a escrever sobre a história da sua vida e da sua doença, também deu o título a mesma: História de Um Guerreiro de 12 Anos.


Ele tinha razão quando escolheu esse título, pois vamos ler a história fascinante e emocionante de um grande guerreiro.


Vitor nasceu no dia 25/10/1995, na cidade de Avaré, e desencarnou no dia 21/09/2008, na cidade de Cerqueira César.


Sua passagem foi serena. Quando ele partiu se encontrava em seu quarto, em sua cama, e ao lado das pessoas que mais o amaram nesta vida.


Vitor deixou uma lição de vida muito bonita para todos aqueles que o conheceram e, principalmente para nós, seus pais e sua irmã Vivian de apenas nove anos, e a todos os seus familiares e amigos. Deixando suas últimas palavras gravadas na porta de seu quarto, que foram escritas com adesivos, que são: “Acreditem em si mesmo” e, “Eu amo minha família”. (Vitor)


OBS.: Nada foi alterado no texto abaixo, somente algumas correções ortográficas e de pontuação foram feitas, pois Vitor tinha apenas 12 anos, e o mesmo pedia que seu pai fizesse as correções para ele."


Hoje foi apenas uma introdução para a história do Vitor, nosso guerreiro palmeirense. O primeiro capítulo será postado amanhã. Volto a salientar a importância de observar como um garoto de apenas 12 anos pode nos ensinar tanta coisa.


Meus amigos, se quiserem, podem enviar um e-mail pessoal aos pais do Vitor, Viviani e Carlos, pois eles ficarăo muito felizes.

 carlosalbertodoamaral@hotmail.com




O Malware Gazetaesportiva

Que as publicações do extinto jornal e hoje apenas site Gazeta Esportiva são fracas e tendenciosas todos nós sabemos, mas hoje fui surpreendido com a ameaça de "Malware".

Cuidado, pois além de receberem péssimas e falsas notícias, você pode ter teu computador prejudicado.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Palaia, o Nero alviverde

Impressionante como existem pessoas em nossas vidas que insistem em amolar, destratar e pensar no próprio umbigo. É o que significa Palaia para o Palmeiras.
Acredito que em algum momento este Sr. deve ter sido importante na história do Palmeiras, este momento foi quando ele trouxe o mago, que eu me lembre foi apenas este.
Palaia mudou toda a estrutura do futebol alviverde como sua primeira medida após ganhar o poder no colo, apesar que ele fez o que todo o palmeirense gostaria de fazer até o período pré-copa, mas neste momento em que o time vai se firmando, não acho uma hora legal.
Felipão mais uma vez terá de mostrar que tem costas largas e blindar o elenco, pois assim como eu, não deve ter ideia do que ainda virá pela frente.

domingo, 19 de setembro de 2010

Para descontrair: Praga de palmeirense ao Luxa


Mesmo irritado com tudo o que ocorreu hoje, sempre tem um motivo para sorrir.

Capturei a tela de um blogueiro do galo. Esse sim em situação difícil.

Para ver o original, clique AQUI! Ou então leia logo abaixo:

Decepção - A herança Verde


Nunca em minha vida vi o verdão tão desbotado. Nem nos anos 80, onde mesmo com um time de medíocres, as vitórias não pareciam tão suadas.

Fica difícil analisar tudo o que se passa no clube. São problemas demais, Arena que não começa, diretoria letárgica, Conselho que não pode aconselhar ninguém, oposição que não é de ideias, mas ao clube.

Em alguns momentos dá vontade de explodir tudo aquilo lá e começar do zero, para não aproveitar nada. Talvez assim, só assim, o palmeirense possa sorrir em algum momento.

Sobre as próximas eleições, nada me empolga. Palaia, Seraphim, Belluzzo, além dos nomes que surgem da oposição. O Palmeiras não terá futuro.

O Raphael, também conhecido como Seo Cruz, fez um brilhante post com o nome de "Meu ódio será tua herança" com relação ao time do Jd. Leonor. Acho que a decepção será a herança deixada por Belluzzo e seus parceiros. Triste, pois Belluzzo chegou com uma grande expectativa e estará saindo numa grande melancolia.

Sobre o jogo perdido contra os bambis não tenho nada há dizer. Foi apenas mais uma. Acostume-se palmeirense.