sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Entreguem o Palmeiras para os Bandoleiros

Este é o primeiro post de 2011 e deveria ser mais positivo, no mínimo com uma pitada de esperança, que é simbolizada pelo verde, cor de nosso time querido, mas infelizmente este não é o meu sentimento.

O torcedor do Palmeiras nas últimas décadas tem sofrido com times medíocres e dirigentes idem, sendo que o único hiato foi no período Parmalat, onde a administração do futebol ficou nas mãos da empresa, coordenada pelo Brunoro. Fora este período, nossas únicas conquistas foi a Série B pelo presidente Mustafá e um Paulista com investimentos da Traffic.

Nos últimos anos, tínhamos a impressão que éramos o time do futuro, pois parecia que possuíamos uma base e com contratações ditas "cirúrgicas" acertaríamos de vez o time. Neste ano nem a tal base existe. Temos hoje entre os nossos ídolos um Marcos em final de carreira, um Mago Valdívia que não consegue fazer ilusionismo de seus problemas musculares e Kléber em pé de guerra com a diretoria de futebol, além de um Felipão que não consegue arrumar a casa e cobrar os jogadores, fruto da incompetência da diretoria que não conseguem colocar os salários e outras remunerações em dia.

Fora as estrelas acima, possuímos também Bruno, Deola, Danilo e Gabriel Silva como bons jogadores e na torcida para que Lincoln e Pierre consigam se livrar das contusões e apresentarem um bom futebol.

Mas o que mais me preocupa não é nem jogadores ou comissão técnica e sim a próxima eleição alviverde. Temos Arnaldo Tirone pela oposição e Salvador Hugo Palaia e Paulo Nobre teoricamente pela situação. Pelas declarações e promessas, o candidato Paulo Nobre parece ser o que possui a roupagem mais moderninha, falando sempre na profissionalização do clube, em vários níveis e setores. Mas sempre que vejo ou ouço suas entrevistas, lembro-me das fíguras de Aécio Neves e Geraldo Alckmin e a falácia do "Choque de Gestão". Se eu tivesse direito ao voto, votaria nele, mas não sinto a firmeza que ele poderá tirar o Palmeiras desta letargia que nos encontramos.

O Sr. Palaia passa a impressão de um faraó mumificado que saiu das catacumbas do Egito, contando com um grande poder financeiro no bolso, ideias retrógradas e muita sede de poder. Lendo uma entrevista sua ao site Gazeta Esportiva, guardei essa sua frase, que retrata bem meu sentimento:

"A renovação é natural, também fiz parte da renovação 40 anos atrás. Só que na renovação eu aprendi com os mais velhos. Devo a minha experiência aos velhos que lá estavam. A terceira idade que lá estava."

Pode até ser preconceito de minha parte por causa de sua idade, mas essa renovação que ele diz tem cheiro de naftalina, mas o pior foi a sua resposta na entrevista a respeito do direito de voto do sócio-torcedor:


"Eu acho que é possível, estamos caminhando para isso. Naturalmente, precisa ter algumas restrições. Não podemos colocar bandoleiros no Palmeiras. Há muitos sócios com capacidade enorme, desde que passem, é claro, por uma seleção, uma sabatina. Eu sou favorável ao projeto Avanti."

Traduzindo o que este senhor quer dizer isto: É favorável que os torcedores paguem mensalidades para ajudar o clube, mas não quer que participem da vida política. Esses distintos senhores são capacitados e nós torcedores somos uns bandoleiros, que querem apenas a diversão.

Digo para este faraó mumificado que este bandoleiro aqui não consegue mais divertir com este time, muito longe disso, pois passo raiva sempre e as humilhações estão cada vez mais frequentes.

Por último, o Sr Arnaldo Tirone. Tudo o que eu li, ouvi e vi sobre este senhor, deixa transparecer que ele não tem ideia nenhuma e projeto algum. A única coisa que diz é que precisa abrir as "gavetas". Sempre que falam de sua ligação com o ex-presidente Mustafá Contursi, sempre diz (em tom irritadiço) que se eleito a caneta será dele e ele tomará as decisões, além de dizer que não é apenas o Mustafá que está ao seu lado, conta também com os ex-presidentes Afonso Della Mônica e Carlos Fachina Nunes.

Sempre que acompanho Arnaldo Tirone, me remete ao conceito do início da década passada, do "bom e barato", do clube equilibrado, do dinheiro em caixa. Decorou direitinho a cartilha do Rei do Kibe. No futebol de hoje pode até existir um time que seja muito bom à baixo custo, mas essa não é a regra. Se quiser ter um time bom, os clubes tem de investir, seja em contratações, seja nas divisões de base e com os clubes quebrados como estão hoje, dificilmente algum clube será equilibrado. Vale lembrar que nenhum torcedor quer um clube com dinheiro em caixa e Caio Júnior no banco, quer é ídolos em campo. Quer é tirar sarro dos rivais. Quer é poder andar de cabeça erguida, sem receio de humilhações como as de Goiás, Asa de Arapiraca, Ipatinga, Santo André...

Por este panorama traçado, não sinto como ter um sentimento que não o pessimista e a minha única esperança é a força de uma Instituição de tradição e história que se chama Palmeiras, um Gigante que muitos tentam apequenar, inclusive quem o dirige, mas que vez ou outra mostra quem de fato é.

Que o novo presidente cumpra com sua obrigação de deixar o Palmeiras sempre grande, sem vaidades e com muito trabalho. É o mínimo que a torcida exige.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Juquinha: O Pateta é você


Assim como uma criança que tem dificuldade de aceitar alguns fatos da vida, mesmo com toda a clareza que os mesmos possuem, Juquinha, o Pateta, também faz o mesmo, mas diferentemente de uma criança que conta consigo a doçura e a ignorância do saber, Juquinha possui um ranço demagógico enorme, travestido de uma falsa ética, sentado sobre o pedestal da moral. Ou seja, é um pateta mesmo!

Diz para todos que é torcedor dos gambás, mas a todo momento defende o time colorido. Neste momento, reclama diariamente sobre a unificação dos títulos. Não sei se é porque o time colorido deixou de ser o maior campeão nacional, ou porque agora o Palmeiras é o maior de todos, assim como o time santista.

A única tradução que posso ter disso tudo é a seguinte: Juquinha está morrendo de inveja!!!

Se for realmente torcedor dos gambás, possui inveja porque na época de ouro de de Santos e Palmeiras, o time do faz-me-rir era apenas um saco de pancadas.

Se for torcedor colorido, a inveja corre porque seu time deixou de ser "soberano" para transformar em terceira potência do estado, quarta do Brasil.

Para eu, que sou torcedor do Maior Campeão do Século XX, só posso desejar para você Juquinha, que não tenha inveja, pois a mesma pode retornar e cair em teu colo.

Só não fico irritado com o Juquinha, o Pateta, pela teimosia, porque a tendência de pessoas mais velhas é ficarem cada vez mais ranzinza e teimoso. Tudo isso é fruto de uma vida, é fruto de uma idade.

Peço desculpas ao Pateta, pois ter seu nome como adjetivo de um Juquinha não deve ser fácil. Me Perdoe!


terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Obrigado Celso Roth, a vergonha é colorada


Final da partida do Palmeiras contra o Goiás. Vitória goiana.

Pra mim, foi o pior vexame do Palmeiras em todos os tempos, mais que a Série B, foi a derrota mais vexatória do ano.

Nada como um dia após o outro. O Internacional de Porto Alegre, comandado pelo Celso Roth, que quando dirigiu o Palmeiras era chamado de burro em todos os jogos, mesmo quando foi líder do campeonato, foi eliminado pelo "poderoso" Mazembe do Congo.

O futebol sempre apresenta surpresas e a zebra veio do lugar mais lógico, da África, mais especificamente do Congo.

Fico com pena do torcedor colorado, pois os gremistas vão "deitar o cabelo", cornetar, fazer o diabo, graças ao Kidiaba, goleiro do time congolês.

Celso Roth fez jus ao apelido que ganhou no Palestra, tirou durante o jogo o articulador do time, Tinga e o cara que era o mais perigoso do ataque, Rafael Sóbis. Incrível, mas faltou inteligência ao treinador.

Deixo aqui um #ChupaInter para os dirigentes colorados pela empáfia e um #ChupaImpren$a, pela babação de ovo por este timinho que de mérito mesmo, teve de eliminar os bambis da Libertadores.

Parabéns Celso Roth, a maior vergonha do ano caiu no teu colo. Te agradeço de coração!

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Prefiro o Alex

Adriano, Ronaldinho Gaúcho...

Alex pode não ser tão perigoso na área quanto Adriano, mas faz os seus gols.

Alex pode não chamar tanta atenção na mídia quanto Ronaldinho Gaúcho, mas venderá muitas camisas pelo alviverde.

Infelizmente, sou apenas um torcedor, mas se pudesse escolher e decidir, preferiria muito mais o Alex, por tudo o que conquistou no Palmeiras, por tudo o que faz dentro de campo.

Alex possui um jeito caladão, não é midiático como Ronaldinho, por outro lado, não é frequentador da noite e dentro de campo, joga pelo time. É um craque que não foi valorizado pelo Felipão, que preferiu levar para a Copa do Mundo Edílson, Ricardinho e Kaká. E como o mundo dá voltas, Alex pode acabar indo para nosso inimigo, que tem em Carpegiani seu primeiro técnico no Coritiba.

Ver Alex com a camisa do São Paulo, será a mesma decepção de ver Ademir da Guia vestido com uniforme inimigo.

Enquanto isso, temos eleições em janeiro. Descrente de tudo isso.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Piada Indecorosa

Qual é o menor zoológico do mundo?

 R: A camisa do São Paulo, pois só cabe um viado.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

A casa da mãe Joana é pintada de Verde

Pare tudo, pois está tudo desarrumado.

Minha cabeça possui várias ideias de textos, vários "projetos", mas nada segue uma linha, está tudo desarrumado, tanto em meu cérebro, quanto na Sociedade Esportiva Palmeiras.

Não vejo futuro. Sorte que não sou cartomante, pois senão morreria de fome. Se em 2009 o ano foi broxante, decepcionante e outros "ante" a mais, este ano que nome daremos?

Começamos com Muricy, que terminou o ano como campeão brasileiro, passamos por Antônio Carlos, Parraga e por último o mestre, Felipão.

Começamos com Cipullo e terminamos com Pescarmona.

Começamos com Belluzzo e talvez terminaremos com ele, mas com o Palaia mandando.

Teremos eleições em janeiro e a situação não consegue juntar os cacos para ter um candidato único e enfrentar o Tirone, conhecido como Pituca, discípulo do Rei do Kibe. Apesar que entre Palaia e Tirone, não sei quem pode ser pior, mas sei que Paulo Nobre representa algo novo, um algo que acreditamos que pertencia ao Belluzzo, mas que foi tragado pelo sistema vigente.

Torço para estar enganado, mas não vejo um futuro bom para o Palmeiras em 2011, mesmo contando neste momento com Kléber, Valdívia e Felipão. Na realidade, nem tenho certeza se este trio estará em 2011, ou se terminará o mesmo.

Desculpem a descrença, mas não quero iludir ninguém. Está tudo uma bagunça, não conseguimos resolver nossos problemas internos e temos que aguentar na mídia diretor palmeirense batendo boca com o representante da gambazada, mentindo sobre salários de jogadores e logo em seguida sendo desmentido pelos próprios jogadores.

O Palmeiras virou a casa da mãe Joana.

Pra terminar, minha mãe não se chama Joana, mas possui sua casa pintada de verde, como a camisa de 2008 . A minha também é verde, mais escura, como a camisa atual. Mas por aqui não reina a bagunça.

sábado, 27 de novembro de 2010

A Mala da Discórdia

Estes dias tem sido penosos por conta da eliminação da sulamericana. Não bastasse a dor pela eliminação, hora ou outra algum engraçadinho tem tentado tirar onda sobre o ocorrido. Só para esclarecer, todas as tirações de sarro foi na mais absoluta lealdade, nada de ofensivo, pura brincadeira saudável de torcedores.

Mas um assunto me inquieta: Uma suposta mala branca para a vitória do Palmeiras contra o Fluminense.

Depois do ocorrido contra o Goiás, não espero muito desde elenco não. Felipão tenho certeza que tirou o máximo que poderia dar, espremeu a laranja até o bagaço.

Para a partida contra o Fluminense, espero que o Palmeiras jogue o que jogou o ano inteiro, ou seja, nada. Não torcerei para ele perder , apesar que espero que aconteça, mas quero que jogue a porra do futebol mixuruca que desde o início do ano esse time me fez engolir. Assim, a derrota surgirá naturalmente.

Se por ventura o time jogar com vontade exacerbada, ficarei muito puto, pois toda essa boataria de mala branca será verdadeira, então terei de entender que toda a equipe é formada por um bando de mercenários, jogadores pré-pagos que não pensam na instituição e nem na torcida, apenas no próprio umbigo. Por conta de tudo isso, espero a derrota primeiro porque não jogaram assim contra o time goiano no meio de semana, o que já me deixou chateado e em segundo, que beneficiará diretamente nossos maiores rivais. Sei que já beneficiamos eles no passado, mas depois do vexame que este time me fez passar, ajudar a gambazada no ano do centenário, será a cereja do bolo para aqueles lixos. Não quero isso.

Assim, espero que todos, repito, todos os jogadores, joguem o futebolzinho que jogaram durante todo o ano, nada a mais do que isso, para me poupar de mais um vexame (até os leonores entregaram na rodada anterior) e não me dar o trabalho de amaldiçoá-los para o resto de suas carreiras.

Vale repetir: Joguem o mesmo futebolzinho mixuruca que me fez passar raiva durante todo o ano. Não quero nada a mais do que isso.