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quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Sou Palmeirense e muito feliz


Não acredito mais no título nacional, principalmente porque o time não consegue vencer os adversários mais fracos.


A partida de hoje, foi mais um bom exemplo do que foi falado acima. Um time que cria alguma oportunidade no início do jogo, mas depois que sofre um gol fica louco, abrindo-se todo.


No segundo gol do time pernambucano, o time alviverde estava no ataque e depois que perdeu a bola, saíram correndo como índios atrás de comida.


A cabeçada de Obina que Magrão defendeu foi sintomático, a partir dali já sabia que a nossa sorte não seria das melhores.


Com as substituições do intervalo, o time voltou com outra disposição e um pouco mais de criatividade. Fizemos o primeiro e empatamos mais tarde, num lance duvidoso, não pelo lance em si, mas por causa do apito do juiz.


Já era de se esperar que o árbitro nos ajudaria de alguma forma, para tentar calar nossa torcida (linda por sinal) e terem mais um argumento que entre erros e acertos tudo se iguala com a arbitragens.


O resultado do jogo nos tira da briga pelo título, essa é a minha opinião. Muitos vão me criticar ou não concordarão, respeito a opinião de todos. O resultado de hoje serviu para ajudar na briga pela Libertadores e rebaixar o Sport (aleluia, rebaixamos um, até que enfim).


Numa situação normal eu estaria muito triste, talvez desiludido, mas com os últimos resultados, péssimas atuações e os erros escandalosos, criou-se em mim uma certa apatia.


Seja qual for o resultado do time até o final do campeonato, não mudará meu sentimento pelo time, meu amor pela agremiação. Sou e continuarei sempre sendo palmeirense, com muito orgulho. Não será nenhum técnico cabeça dura ou jogador medíocre que me fará mudar de opinião.


De tudo, o que me deixa mais triste foi o resultado que o time trouxe após o Belluzzo ter dado a cara pra bater. Realmente ele merecia coisa melhor.
Pra finalizar, fiquei muito feliz com a volta de nosso guerreiro Pierre. Deu bons passes e ajudou a pressionar no meio de campo. Deveria ter entrado desde o início da partida.

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Love chegou e Obina ficou

Fiquei satisfeitíssimo com a vinda do artilheiro do amor.

Mais feliz ainda (por mais contraditório que pareça) pela permanência do Obina.

Primeiramente porque manteve a promeça do presidente Belluzzo de que não iria desmontar o time na janela. Em segundo lugar porque pela primeira vez na vida Obina sente-se como é jogar por um time realmente grande.

O baiano vive soprando aos 4 ventos a alegria de fazer parte deste elenco, da satisfação de ostentar essa camisa.

Além do mais, caso Obina saísse do time, perderíamos o único atacante trombador que possuímos no atual elenco. Assim, nosso ataque está bem diversificado, com um atacante rápido e excelente técnicamente (Love), um raçudo e trombador (Obina) e um gladiador (Ortigoza), fora Daniel Lovinho e Robert.

Palmas ao baiano que continuará respeitando e vestindo o manto alviverde com dignidade e luta.

Palmas e muitos gols para o artilheiro do amor que retornou para completar o serviço que Mustafá interrompeu em 2004, o título Brasileiro.

Palmas à diretoria que tem se esforçado para buscar o melhor para o clube. Falta agora à diretoria cuidar dos bastidores, pois dentro de campo temos tudo para resolver.

sábado, 1 de agosto de 2009

Felicidade sem fim

Apesar de não ter publicado nada a respeito, devido aos compromissos profissionais que tem me tomado muito tempo, fiquei muito feliz com o Palmeiras assumindo a liderança isolada.

Se não me engano, a última vez que este fato ocorreu foi em 2004, ano que retornamos da Série B e o time jogava o fino da bola.

Na época Marcos estava jogando muito e o time contava com Pedrinho e Munhoz estavam em forma e jogando muita bola, além claro do ídolo e artilheiro da época Wagner Love.

O time próximo ao final do primeiro turno era líder isolado do campeonato e vinha jogando muito bem. Mustafá então achou que seria um negoção vender aos russos o Wagner e dar adeus ao campeonato, que foi conquistado pelo Santos.

Depois da venda, tivemos de aguentar Kahê, uma ilusão que nos foi imposta pela mídia, como podem ver AQUI. Depois desta peste teve outras tranqueiras que faço questão de esquecer.

Mas com um título de post positivo desses, não posso ficar lembrando de coisas ruins, mas apenas lembrar a diretoria que a venda de uma peça do time pode ser fatal para a conquista do campeonato.

Portanto diretoria, vamos manter a fase boa e nem pensem em vender o Diego Souza.

Do resto, vamos comemorando a liderança, enquanto a mesma estiverem em nossas mãos.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Viver é um Risco


Desde que era criança, discute-se se o cidadão de "bem", aquele que não pertence a nenhuma organizada, deveria ou não ir aos estádios de futebol. Acho esta discussão improdutiva.

Antes de dissertar este tema, gostaria de salientar que não tenho o hábito de ir ao estádio em minha cidade (Uberlândia-MG), pois nunca monta-se time que presta e o clube vive cheio de irregularidades.

A violência atinge todos os setores da sociedade, não é exclusividade da periferia, muito menos apenas dos torcedores organizados. Para se ter uma ideia do que falo é verdade, basta abrir as páginas de jornais, sendo que não é apenas exclusividade do Brasil, pois a barbárie está disseminada em todo o planeta, desde os primórdios da humanidade.

O Juquinha em seu blog vive dizendo que apenas os sem juizos (não é este o termo, mas prefiro este do que usar "idiotas") vão aos estádios, dominados pela violência e pelas torcidas ditas organizadas. Senti na pele o desrespeito dos torcedores organizados quando fui ao Palestra assistir pela primeira vez a um jogo do Palmeiras, pegando de certa forma "birra" da Mancha e satisfação com a galera da TUP e Savóia, pois estes sim passaram a sensação de apoio ao time.

Mas voltando ao tema violência, o PVC fez um comentário em sua coluna na Folha de SP, de que foi assaltado quando ía com seu filho à uma festa de aniversário, nem por isso deixou de ir nas mesmas. Juquinha também na sua coluna de hoje na mesma Folha, disse que seu pai foi assassinado quando saía ou chegava em casa, e claro que apesar disso não deixou sair de sua residência.

Mesmo ficando em casa sofremos riscos, pois pode um avião ou parte de suas peças caírem sobre nossa residência (improvável, mas pode ocorrer), além claro de pessoas que constroem casas e apartamentos com materiais de qualidade duvidosa que sem ao menos sonharmos pode cair um dia sobre nossas cabeças.

Já sofri um sequestro relâmpago e meu irmão teve seu carro roubado quando saiu do trabalho. Nem por isso deixamos de andar de carro, muito menos de trabalhos e passeios. Não devemos deixar de fazer o que nos dá prazer por conta da violência, devemos eleger pessoas realmente competentes e cobrar atitudes necessárias para satisfazer nossos anseios, não apenas cuidarem de seus próprios interesses.

Vá aos estádios, prestigie sua agremiação, torça, vibre e principalmente: SEJA FELIZ!