Hoje enfrentaremos a macaquinha em Campinas. No último confronto, foi só alegria, pois foi o título paulista dentro de la nostra casa. Mas ganhamos no Moisés Lucarelli também.
Para o confronto de hoje não contaremos com os principais jogadores, dentre eles K9 e X10, de qualquer forma o time que vai à Campinas apesar de modesto, estilo timeco do pipocaio, estará alguns jogadores que precisam mostrar algo mais pra forçar sua escalação no time, tal como Wendel.
Além de Wendel, um que estará estreando no time principal é o Deola, que já jogou o Paulista alguns anos atrás pelo América de Rio Preto e Juventus.
O provável time será: Deola, Maurício Ramos, Jéci e Danilo; Wendel, Sandro Silva, Jumar, Evandro e Jeffersson; Lenny e Max.
Não será um time fortíssimo, mas estará em condições de fazer uma partida interessante, principalmente pra continuar testando nossa defesa e Wendel mostrando que se não chegar um lateral direito genuíno ele poderá ser títular.
Gostei de saber que a galera que subiu o morro não sentiu grandes diferenças. Espero que a aclimatação seja de grande valia para a confirmação da vaga.
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domingo, 1 de fevereiro de 2009
Desossando a Macaquinha
domingo, 25 de janeiro de 2009
A Imprensa Provocativa
Como todo bom palmeirense estava feliz da vida após a vitória contra o Mogi no sábado. Fui tomar banho e escolhi a Rádio Record para escutar. Tudo festa, tudo alegria até o momento em que Osmar Garrafa fez uma entrevista com Wendel.
Já seria de se estranhar entrevistar uma pessoa que não participou do jogo, nem ficando no banco. A entrevista transcorria bem até que chegou-se ao ponto central: Relação Luxa x Wendel.
Garrafa cercou Wendel de todas as formas para que o mesmo desse algum depoimento que significasse insatisfação do Wendel com relação ao comandante. Houve perguntas se ele estava no mesmo nível físico do restante do elenco, se ele estava chateado com a situação de ser moeda de troca para outros times e se ele tinha boas relações com o técnico.
Wendel percebeu a armadilha e deu respostas positivas e seguras, não caindo na tentação de dar alguma resposta que gerasse polêmica e esquentasse o clima na Academia numa semana que será importantíssima para a temporada.
Comentou que sua forma física era similar do restante do elenco, visto que está no início da temporada, apesar que está num nível pouco abaixo devido questão de ritmo de jogo. Referente sobre ser moeda de troca, a meta do Wendel é mostrar seu valor e ser aproveitado no Palmeiras.
Sobre a relação com o treinador, resumidamente disse que a relação é profissional e entende bem quem comanda e respeita, cabendo a ele mostrar seu valor e cativar o lugar no time.
Com essas respostas, nitidamente deixou Garrafa frustrado, fazendo vários comentários em seguida dizendo que não entende os motivos de não estar relacionando Wendel no time.
Concordo com Garrafa sobre a utilização do Wendel, pois acredito que ele renderia muito mais na lateral do que Capixaba ou Sandro Silva, mas usar isso para esquentar o clima numa semana importante onde o Palmeiras tem superado as expectativas é de uma sordidez incrível.
Outra provocação foi no programa Terceiro Tempo onde fizeram uma matéria com nosso K9, onde citou-se várias sua passagem pelo Coritiba (citando o Coritiba inclusive) e quando falava do Palmeiras, não dizia o nome "Palmeiras" e sim sua "nova equipe".
Este ano será pintado de verde, a imprensa gostando ou não. Portanto espero que todos palmeirenses não se iludam com provocações, principalmente os bárbaros das torcidas organizadas, inclusive os acéfalos da Mancha.
Já seria de se estranhar entrevistar uma pessoa que não participou do jogo, nem ficando no banco. A entrevista transcorria bem até que chegou-se ao ponto central: Relação Luxa x Wendel.
Garrafa cercou Wendel de todas as formas para que o mesmo desse algum depoimento que significasse insatisfação do Wendel com relação ao comandante. Houve perguntas se ele estava no mesmo nível físico do restante do elenco, se ele estava chateado com a situação de ser moeda de troca para outros times e se ele tinha boas relações com o técnico.
Wendel percebeu a armadilha e deu respostas positivas e seguras, não caindo na tentação de dar alguma resposta que gerasse polêmica e esquentasse o clima na Academia numa semana que será importantíssima para a temporada.
Comentou que sua forma física era similar do restante do elenco, visto que está no início da temporada, apesar que está num nível pouco abaixo devido questão de ritmo de jogo. Referente sobre ser moeda de troca, a meta do Wendel é mostrar seu valor e ser aproveitado no Palmeiras.
Sobre a relação com o treinador, resumidamente disse que a relação é profissional e entende bem quem comanda e respeita, cabendo a ele mostrar seu valor e cativar o lugar no time.
Com essas respostas, nitidamente deixou Garrafa frustrado, fazendo vários comentários em seguida dizendo que não entende os motivos de não estar relacionando Wendel no time.
Concordo com Garrafa sobre a utilização do Wendel, pois acredito que ele renderia muito mais na lateral do que Capixaba ou Sandro Silva, mas usar isso para esquentar o clima numa semana importante onde o Palmeiras tem superado as expectativas é de uma sordidez incrível.
Outra provocação foi no programa Terceiro Tempo onde fizeram uma matéria com nosso K9, onde citou-se várias sua passagem pelo Coritiba (citando o Coritiba inclusive) e quando falava do Palmeiras, não dizia o nome "Palmeiras" e sim sua "nova equipe".
Este ano será pintado de verde, a imprensa gostando ou não. Portanto espero que todos palmeirenses não se iludam com provocações, principalmente os bárbaros das torcidas organizadas, inclusive os acéfalos da Mancha.
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