Tudo bem que fomos garfados em muitos jogos.
Tudo bem que no ápice do campeonato, naquele jogo contra o Santos jogadores e torcedores achavam que poderiam tudo, não pôde.
A partir daquele momento, daquela vitória, caiu sobre o time uma praga Luxemburguiana, que corrompeu tudo de bom que foi construído até aquela partida.
Depois do auge veio a desgraça, com sucessivos maus resultados, não os citarei novamente, pois a torcida sabe de cor. Acredito que de todos os jogos, os que a torcida mais ressente foram os jogos contra o Santo André e Sport. Vitória nestas partidas significaria hoje a liderança e muito provavelmente o título.
Neste momento, quero apenas a Libertadores, não como consolação, mas por tudo o que a competição significa, ainda mais que temos o dever de tirar os gambás deste sonho, pois aí sim não aguentaremos. Toda a babação que de ovo que teremos sobre um possível título bambi, não será nada se os gambás faturarem o torneio continental.
Para o Palmeiras conseguir sua vaga ou há um tempo atrás viesse a ganhar o título brasileiro, faltou ao time o que sobrou ao Botafogo, que é vontade de ganhar. O time alvinegro com a corda no pescoço correu demais, deu o sangue. Não faltou hora nenhuma vontade e raça, enquanto que o alviverde nas últimas rodadas foi impávido, sem vontade, sem brilho.
Agora não penso mais em título, a nao ser que numa combinação mirabolante de resultados nos coloque com chances reais para a última rodada, mas não acredito, principalmente porque tenho certeza que o Goiás não jogará com toda a vontade que jogou contra o Flamengo. Para um time que não vinha ganhando faz tempo, soa estranho toda a doação nesta última partida. Acho que na próxima, serão bem sonolentos.
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segunda-feira, 23 de novembro de 2009
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